18 de nov de 2015

Arquétipo, Inconsciente Coletivo e Individual - Breve Significados



Arquétipo é descrito pelo psicólogo Carl Gustav Jung como um conjunto de imagens psíquicas presentes no inconsciente coletivo que seria a parte mais profunda do inconsciente humano.

De maneira simples, inconsciente coletivo é a parte do inconsciente individual que resulta da experiência ancestral da espécie, ou seja, ele contêm material psíquico que não provêm da experiência pessoal. 

Jung compara o inconsciente coletivo ao ar, que é o mesmo em todo o lugar, é respirado por todos e não pertence a ninguém.

O conteúdo psíquico do inconsciente coletivo são os arquétipos. Que são uma forma de pensamento universal com carga afetiva, que é herdada.
Todo arquétipo traz características positivas e negativas.

As principais estruturas formadoras de nossa personalidade são arquétipos.
No mundo contemporâneo, nossa identidade recebe uma forte influência da nossa cultura e educação.
Existem diversos modelos femininos que a menina conhece a partir da infância através de contos, filmes, teatro, novelas. Estes modelos geralmente correspondem a arquétipos, ou seja, formas não físicas, mas que tem uma presença organizada e reconhecível. Por exemplo, temos o arquétipo da mulher guerreira, o qual as Amazonas, a Monica, Mulan, a Mulher Maravilha e outras heroínas expressam. Temos o arquétipo da princesa, da diva, da original e assim por diante.

Diferentes meninas se sentem guiadas em direção a diferentes arquétipos do feminino

O arquétipo nos da o apoio para nos expressarmos e explorarmos novos campos de experiência, pois ele existe alem de nós e é maior do que nós.
Em culturas antigas as deusas eram os arquétipos aos quais as meninas eram expostas desde a infância, mas na nossa cultura, longe das deusas, os nossos arquétipos femininos vieram sobre tudo da televisão e dos contos.



Algumas escolhem o arquétipo que está mais perto da sua essência e naturalmente se afinam com ele. Outras escolhem o arquétipo que tem mais correspondência com o arquétipo das mulheres da família, ou daquilo que é esperado das mulheres da família ou contexto social. 

E outras escolhem um arquétipo por ele ser o oposto do que vivem. Por exemplo, podemos encontrar uma menina que vive em um ambiente no qual a mãe vive o arquétipo da mulher submissa e oprimida. A filha pode então escolher como seu modelo o arquétipo de uma mulher guerreira e independente e assim encontrar forças para viver de forma diferente da mãe. Outra menina pode viver em um ambiente de repressão sexual e então escolher um arquétipo sensual e erotizado, como via para poder viver sua sexualidade. 


Fontes:
Texto de Maria Soledad 



Texto de Rodrigo De Souza

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