14 de fev de 2016

As Deusas e a Mulher - A Mulher Ártemis

Imagem por Susan Seddon Boulet
São aquelas do estilo “selfmade”, que sabem cuidar de si mesmas, autoconfiantes e independentes. 
Apresentam aguda concentração e direção no que fazem, não se importando ou se incomodando se vão agradar ou não a alguém. São extremamente objetivas. 
Gostam de estar no meio de um grupo de mulheres, é o arquétipo da irmã, por isso, construindo “irmandades”. 
Apreciam a natureza e por isso podem se dedicar ao camping, em explorar cavernas, etc., como as atividades esportivas e competitivas. 
No trabalho são objetivas, competitivas e não temem oposição. São do tipo que desenvolve amizade profunda com outras mulheres, tendo, por isso, uma ou mais, melhores amigas, com as quais compartilham seus interesses. 
Sua sexualidade pode ser não desenvolvida ou não expressa. As relações são algo secundário e o sexo pode ser visto como uma atividade esportiva e competitiva. Preferem homens bem dotados intelectualmente com os quais possa compartilhar idéias e ideais. Quando se casam, o relacionamento é feito mediante a igualdade e pouco sexualizado, ficando mais no campo fraternal. 
Podem se casar, também, com um homem que venha a sustentá-las. Se não conseguirem manter o aspecto competitivo fora do relacionamento, e estiverem se relacionando com um homem forte, fatalmente, acabarão por destruí-lo ou ao relacionamento. 
Como mulheres desse tipo não se envolvem emocionalmente, são frias e distantes no que tange o sentimento alheio tendem a ferir muito os outros pois, desprezam a vulnerabilidade e o desejo de envolvimento, são ferinas e cruéis, altamente destrutivas frente às oposições. 
Julgam em termos de “tudo ou nada” e não perdoam. 
Para abrandar esta deusa, as mulheres devem atentar para a passagem do tempo, isto é, que a juventude não é eterna e devem olhar à frente e pensar bem no caminho que escolherão; devem desenvolver a consciência da importância do amor e o instinto gerador e criativo, assim, poderão diminuir sua unilateralidade.
Por Anyara Meneses Lasheras, copiado do site

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