16 de fev de 2016

As Deusas e a Mulher - A Mulher Héstia

Hestia por Phoenixnightmare
A deusa Héstia é consagrada à lareira. Seu símbolo era um círculo e os rituais a ela consagrados usavam o fogo. Era relacionada ao deus Hermes, o mensageiro, astuto, protetor e guia dos viajantes, além de protetor dos ladrões. Héstia protegia dentro do lar e Hermes a entrada. 
Diferente das outras duas deusas virgens que têm a consciência enfocada para aspectos externos, Héstia tem a consciência enfocada para seu próprio interior, portanto, mais subjetiva. 
Como as outras duas deusas, por estar com a percepção enfocada, isto é, dirigida apenas para seu foco de interesse, o restante, sejam pessoas ou coisas, são meros detalhes sem importância. 
Este é o arquétipo da mulher que valoriza o lar, que aprecia tomar conta de casa. Gosta de fazer as tarefas domésticas para agradar a si mesma. Também é comum àquelas que se dedicam a uma vida religiosa ou à meditação. 
Ela é quieta, reservada, calma, introvertida e aprecia a solidão (muitas vezes, sente-se alienada do mundo que a cerca). Ela representa a sabedoria que transcende os conflitos, um motivo centralizador interior. 
No trabalho, não é competitiva, sendo que trabalhar não é seu forte. Falta-lhe ambição, desejo de poder e de reconhecimento. Quando desempenha uma atividade profissional o faz com esmero mas de modo nada apelativo – apenas faz o que tem que fazer. 
Tem poucas amizades pois não gosta de conversas triviais. A sexualidade não é muito importante. Será uma boa esposa e poderá ser uma boa mãe, cuidando dos filhos com amor e atenção, mas não é o tipo de mãe que estimula o franco desenvolvimento de potenciais. 
Expressa seus sentimentos e interesses de maneira indireta, através de gestos amáveis. Para atenuar os efeitos dessa deusa a mulher deverá aprender a expressar de maneira mais efetiva seus sentimentos e necessidades, desenvolver uma persona mais sociável para poder interagir socialmente, desenvolver assertividade ou através de outras deusas ou de seu animus (o homem que habita o interior de cada mulher).
Por Anyara Meneses Lasheras, copiado do site

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