1 de mar de 2016

01 DE MARÇO - Celebração do Dia

Vesta por Thalia Took
Dia dedicado à deusa greco-romana Héstia ou Vesta, a guardiã da chama sagrada e protetora da família e da comunidade. Neste dia, os gregos renovavam em suas lareiras o fogo perpétuo, invocando a proteção de Héstia para seus lares.

Ritual do Dia:
Aproveite esta data e invoque a benção de Vesta para seu lar, acendendo uma vela branca e oferecendo à Deusa um pão (feito em casa) e um pouco de sal, em um prato branco virgem. Purifique sua casa queimando um tablete de canfora, mentalizando a queima das larvas astrais e mentais e a remoção dos maus fluidos. Reúna seus familiares e, de mãos dadas, orem pedindo harmonia e proteção. Em seguida, compartilhem do pão e do sal, deixando um pouco para colocar na terra.

Chisungu, ritual de iniciação feminina na Zâmbia. Começam neste dia e duram por algumas semanas as cerimonias de preparação das meninas para a entrada na puberdade. As moças permanecem reclusas, recebendo alimentação especial e os ensinamentos da "condição feminina" e das tradições dos antepassados. Em certas sociedades matrilineares africanas, ainda se preservam estes antigos ritos de passagem, infelizmente esquecidos e ignorados pelos países "civilizados", porém tão necessários para marcar essa importante transição na vida da menina-moça.

Na Romênia, neste dia, os namorados e amigos se presenteiam com pequenos medalhões ou berloques, presos com uma trança muito fina feita de fios de seda vermelhos e brancos. Antigamente, em vez dos enfeites prontos, as moças teciam minúsculas estrelas de cinco pontas ou de sete pontas nas mesmas cores, presenteando seus noivos ou maridos. Ninguém sabe ao certo o significado verdadeiro mas acredita-se que é um "sinal da primavera" e, possivelmente, uma reminiscência dos antigos ritos de fertilidade: o vermelho do sangue menstrual e o branco do sêmen criando a vida.


Celebração romana Matronália, dedicada à deusa Juno Lucina, a protetora dos recém-nascidos, das mulheres e da família.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  
http://www.teiadethea.org/

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