9 de out de 2016

09 DE OUTUBRO - Celebração do Dia

Maat in The Goddess Oracle by
Hrana Janto &

 Amy Sophia Marashinsky
Wima Kwari, celebração dos "Ojos de Dios" (Olhos de Deus) no México. O olho era um simbolo antigo dedicado à Deusa e usado como benção e proteção. 

A silaba "ma", presente em inúmeros nomes das deusas-mãe, significava "ver" em egípcio e seu hieroglifo correspondente era um olho. A deusa Maat, originariamente, era a detentora do "olho que tudo vê"; posteriormente, esse atributo foi transferido ao deus Horus. Inúmeras estatuetas das deusas neolíticas apresentam grandes olhos em corpos femininos. 

Um dos símbolos da deusa Inanna eram seus olhos e a deusa assíria Mari era representada com grandes olhos que"perscrutavam as almas dos homens". O cristianismo denegriu esse poder do olhar feminino, transformando-o em uma forma de maldição pertencente às "bruxas". Esse dom era considerado tão poderoso que, durante os julgamentos da Inquisição, as supostas bruxas eram proibidas de olhar para os juízes, permanecendo todo o tempo de costas para eles. No entanto, curiosamente, até hoje em talismãs contra mau-olhado, são usados símbolos femininos como búzios, olhos e triângulos iônicos.

Invocação da deusa coreana da água Mulhalmoni pelas mulheres xamãs. Oferendas de moedas e de um prato tradicional à base de arroz, cozido em um caldeirão consagrado, são feitas nas fontes sagradas para curar as afecções dos olhos ou problemas de visão. O ritual envolve a lavagem dos olhos do paciente com a água da fonte e, depois de comer parte do arroz, orar para  adeusa. Seus efeitos são curativos e preventivos.

Ritual do Dia:
Aproveite a combinação desses presságios e adquira um talismã em forma de olho para lhe dar sorte e protegê-la dos perigos. Consagre-o, dedicando-o à sua deusa interior, purificando-o com água de uma fonte. Ao passar perto de qualquer fonte, saúde a divindade que nela habita. Lave seus olhos com água e ore para que a deusa Mulhalmoni cuide de sua visão.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

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