2 de nov de 2016

02 DE NOVEMBRO - Celebração do Dia

Festival de Odin, celebrado como o senhor das almas e do mundo astral. 

Neste dia, eram encenados os mistérios da vida, morte e renascimento com mimicas, cantos e oferendas para as almas dos mortos Odin ou Wotan, em seu aspecto de senhor da guerra e da morte, escolhia as almas dos guerreiros, sendo auxiliado, nessa tarefa, pelas Valquírias, as deusas guerreiras. Esses guerreiros, os mais valentes que morriam em combate, eram selecionados para lutar na batalha final de Ragnarok, o apocalipse. Cavalgando Sleipnir, seu cavalo de oito patas, Odin voava pelos céus noturnos, cercado de corvos, buscando, durante a "Caça Selvagem", as almas perdidas para encaminha-las a uma nova encarnação.

Sexto dia de Isia, celebrando a ressurreição de Osíris do mundo dos mortos. As pessoas festejavam com danças, musicas, alegorias mimicas e oferendas. Novas estatuas eram oferecidas a Osíris e o Tet, uma coluna representando o "phallus" de Osíris, era erguido para simbolizar sua força geradora e regeneradora.

Dia das Almas, no calendário cristão, comemorando-se, no México, o segundo dia dos mortos.

Ao contrario da atmosfera fúnebre e triste das comemorações cristãs, no México ainda prevalece a antiga concepção sobre a morte, como uma etapa natural e normal do processo da vida. Em vez de chorar e lamentar a "passagem" dos entres queridos, o povo mexicano celebra a morte de forma alegre, divertida e colorida. Há toda uma industria de doces, brinquedos, enfeites, lampiões e decorações em forma de esqueletos e caveiras. As crianças comem e brincam com as caveiras, sem terem medo, como as crianças de outros países. As famílias, vestidas com roupas coloridas,fazem piqueniques nos túmulos enfeitados com flores de papel e iluminados com velas, compartilhando com os falecidos o "pan de muerto", as "enchilladas", os "tacos" e os doces em forma de caveiras.

Na Inglaterra, o Dia das Almas é festejado com oferendas de "bolos das almas", colocados nos túmulos ou distribuídos para os pobres.

Pomonia, festa do final da colheita dedicada à deusa romana Pomona, protetora das árvores frutíferas e personificação do outono.  
  
*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.
 http://www.teiadethea.org/

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