7 de dez de 2016

07 DE DEZEMBRO- Celebração do Dia

Na Irlanda, neste dia, celebra-se o Povo das Fadas e dos espíritos da natureza. O "Povo Pequeno", era conhecido por vários nomes. 

As "Bean Sidhe" ou Mulheres das Colinas, moravam escondidas nas colinas - "sidhe" -, de onde saíam apenas para anunciar a morte das pessoas com um canto agudo e triste. As "Leanan Sidhe" ou Fadas do Amor, ao contrário de suas irmãs, inspiravam os cantores e músicos com a beleza de seus cantos, mas faziam-nos morrer de saudade quando deles se afastavam. 

Na Romênia, os camponeses temiam a aparição  da "Fata Padurii", a Moça da Floresta, uma fada dos bosques cujo canto enfeitiçava os homens atraindo-os para a morte na escuridão dos bosques.

Dos seres elementais, os mais conhecidos são os "Brownies", também conhecidos por "Pixies", na Cornuália, por "Bodach", na Escócia e por "Fenodoree", na Ilha de Mau, gnomos amáveis que cuidam das casas onde moram. 

Os "Goblins" são grotescos e, às vezes, irritadiços quando contrariados ou enganados; os "Míneros" cuidam das pedras e dos metais, se portando como verdadeiros guardiães da terra. 

Há também os elfos e as fadas escuras, que podem criar desconforto e pequenos contratempos para os moradores das casas, onde gostam de se esconder em lugares escuros e úmidos. 

Todos eles gostam de objetos brilhantes, moedas, pedaços de metais, cristais, pedras lunares, flores, fitas coloridas, biscoitos de gengibre, canela e mel, creme de leite ou manteiga e música alegre, para poderem dançar.

Ritual do Dia:
Aproveite a energia deste dia, homenageando as fadas e os elfos dançando junto com eles, girando até conseguir abrir sua percepção e ver seu mundo.

Meveana, na Turquia, a dança rodopiante dos Derviches, uma ordem religiosa Sufi que usa esse tipo de dança para induzir um estado elevado de consciência. A dança torna-se uma forma de reverencia, unindo o individuo ao Divino e expandindo a percepção do Universo.

Halóia, ritual anual na Grécia dedicado a Deméter, deusa da terra e dos cereais, lembrando a busca de sua filha Perséfone e a morte da vegetação, prenunciando a aridez do inverno.  


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur. http://www.teiadethea.org/

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