8 de dez de 2016

08 DE DEZEMBRO - Celebração do Dia

Oshun por Thalia Took
Celebração Ibó Osun, na Nigéria, festejando Oxum, a deusa ioruba das fontes e dos rios, da beleza e do amor, da sensualidade e da arte. 

Oshun é a divindade principal dos Ashogbó, uma religião africana e recebe oferendas de "mulukun" (feijão fradinho com cebola e camarão), 
adun (farinha de milho com azeite e mel) e objetos de cobre e latão, principalmente jóias. 

Suas insígnias são as pulseiras e colares dourados, o leque, o espelho e os seixos brancos de rio. Além da África, ela é cultuada no Brasil, no candomblé e na umbanda e em Cuba e no Haiti, na santeria, onde é chamada Erzulie ou Freda

Ritual do Dia:
Conecte-se à fluidez e à limpidez da água, à luz da Lua e das estrelas, ao poder do amor. Para homenagear a deusa Oxum, tome um banho de cachoeira, ofereça-lhe flores, um espelho, um leque, um pente, pulseiras douradas, mel e champanhe. Invoque as bençãos da deusa com a saudação "Ore YéYè O", visualizando essa linda deusa afastando, com seu leque mágico e com o tilintar de suas pulseiras douradas, os empecilhos e azares de sua vida afetiva. Peça-lhe que aumente sua graciosidade e seu poder de sedução.

Comemoração de outra deusa ioruba da água, Obá, filha de Yemanjá Oxalá. Rival de Oxum, ela representa a água revolta dos rios e a força necessária para alcançar a vitória nos embates. Seus símbolos são o escudo e a espada, suas cores são o vermelho e o amarelo e, no sincretismo religioso, foi equiparada a Joana d'Arc. As mulheres valorosas, porém incompreendidas, podem invocá-la para alcançar o sucesso profissional.

Comemoração do aniversário da deusa solar Amaterasu nos templos shintoístas do Japão.

Festival egípcio para Neith, antiga Deusa Mãe, senhora do céu, padroeira da dança e da guerra e protetora das famílias e das mulheres.

Cerimônias maias honrando Ix Chel, a deusa da Lua, da água, do amor e da magia.

Solenidade da Imaculada Conceição no calendário cristão

Entre em sintonia com a energia feminina representada por todas essas deusas, vendo-as como reflexos multicoloridos da complexa imagem da Grande Mãe.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur. http://www.teiadethea.org/

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