31 de ago de 2016

31 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Anant Chaturdasi, festival de purificação das mulheres hindus dedicado à deusa Ananta, senhora do fogo criador e da força vital feminina.

Ananta, cujo nome significa "o infinito", era descrita como uma grande serpente; seus grandes anéis serviam de apoio aos deuses hindus durante seu sono ou durante seu repouso nos períodos de atividade. Esse mito é similar ao egípcio, que descreve a deusa serpente Mehen, "A Toda Envolvente", enroscando-se ao redor do deus Rá enquanto ele "morria" a cada noite, no mundo subterrâneo. Segundo os historiadores, Ananta é a precursora cósmica de Kundalini, a serpente ígnea que se enrosca na base da coluna e cujo despertar leva à iluminação.

Procissão de Eyos, na Nigéria, antigo ritual de purificação espiritual das famílias. As pessoas, usando mascaras de demônios e escondidas sob longas túnicas brancas, caminhavam em procissão pelas ruas de Lagos, afugentando os espíritos obsessores e as almas perdidas com tochas e tambores.

Ritual do Dia:
Aproveite essa antiga egrégora e faça um ritual de purificação. Defume sua casa, queime tabletes de canfora, salpique água do mar e toque sinos ou chocalhos para afugentar as más vibrações. Depois, acenda uma lamparina ou vela amarela, abrindo as portas e janelas e invocando as Deusas e os Espíritos de Luz a entrarem em sua morada. À deusa Ananta, entregue a orientação de seu caminho espiritual.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

Ananta Sesha - Deusa Serpente Hindu (leia mais aqui)

30 de ago de 2016

30 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Antigamente, na Grécia, celebrava-se, nesta data, Charistheria, festa com oferendas e agradecimentos para a deusa da caridade Charis, uma das Caritas.


As Caritas ou Graças, eram antigas manifestações da Deusa Tríplice doadora das "graças" (Charis em grego e caritas em latim), ou seja, os dons que vinham do céu e das estrelas. Os romanos chamaram-nas de Vênia, considerando-as aspectos benevolentes da deusa do amor Vênus

As Graças eram emanações da Deusa e seus nomes eram Aglaia, a brilhante, Thaleia, aquela que traz as flores e Euphrosyne, a alegria do coração.

Elas eram as parteiras dos deuses, as padroeiras da arte, da música, da poesia e da dança, as Ninfas Celestes atendentes da Deusa, sendo representadas como três mulheres nuas dançando. O cristianismo despojou a palavra "caritas" de qualquer conotação sexual, atribuindo-lhe um significado puramente ascético. Caridade tornou-se, assim, um requisito para conseguir um lugar no céu, empobrecendo o significado inicial de "charis" (amor, afeição, hospitalidade, generosidade e compaixão). As Graças não mais representavam a amplitude dos aspectos da Deusa, mas apenas liberalidade e sensualidade.

Dia de Santa Rosa de Lima, no Peru e de Santa Lúcia Rosa, na América hispânica, ambas cristianizações da Deusa da Luz.

Oferendas para a deusa hindu da terra Tari Pennu, visando assegurar a fertilidade da terra e a fartura das colheitas. Tari Pennu era uma deusa ancestral do povo dravidiano de Bengala. Segundo a lenda, ela recusou-se a aceitar os avanços amorosos do Sol, preferindo ficar só. Para se vingar, o Sol criou as mulheres para amá-lo e servi-lo, mas elas se recusaram a venera-lo, dedicando-se ao culto da Mãe Terra. Antigamente, para invocar as bençãos de Tari Pennu para a abundancia das colheitas, as mulheres lhe ofertavam seu sangue menstrual. Com o passar do tempo, os homens começaram a lhe sacrificar animais e, às vezes, mesmo os prisioneiros de guerra, atribuindo à deusa atributos sanguinários e malévolos, como provocadora de doenças, desgraças, fome e morte.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/


As Três Graças Peter Paul Rubens
Na mitologia gregaAglaia (em grego antigo Ἀγλαΐα, ‘a resplandecente’, ‘a que brilha’, ‘a esplendorosa’, ‘a esplêndida’) era a mais jovem e bela das três Graças. Simbolizava a inteligência, o poder criativo e a intuição do intelecto.
Era filha, como suas irmãs Eufrosina e Tália (as Graças), de Zeus e da oceânide Eurínome.
Eufrosina (em grego Ευφροσυνη, "o sentido da alegria") era uma das Graças na mitologia grega (Graças na mitologia romana). Personificação daalegria, era bela e graciosa. Dependendo das versões do mito, era filha de Zeus e Hera ou de Zeus e Eurínome, e irmã de Aglaia e Tália.
As Três Graças Carle Van Loo

Tália (em grego Θάλεια, "a que traz flores") era uma das Graças na mitologia grega ("Graças" na mitologia romana). Deusa do brotar das flores, era bela e graciosa. Dependendo das versões do mito, era filha de Zeus e Hera ou de Zeus e Eurínome, e irmã de Aglaia e Eufrosina.

29 de ago de 2016

MÚSICA - Wiccan Chants - return of the Goddess

29 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Hathor - arte de Hrana Janto
Aniversário de Hathor, a deusa egípcia do céu e do mundo subterrâneo, mãe e filha do Sol. 

Reverenciada ao longo de três milênio, Hathor foi representada com vários nomes e apresentações. Fosse como leoa ou vaca alada, mulher ou árvore, ela sempre simbolizava a complexidade do potencial feminino e patrocinava os prazeres da vida: música, dança, artes, cosméticos e amor.

Suas festas incluíam rituais sexuais celebrando o amor e o prazer. 

Este dia marca o início do Ano Novo egípcio.

Celebração da deusa do mar Ahes ou Dahut, na Bretanha, cristianizada como Santa Anna

Os marinheiros e pescadores temiam suas aparições, na forma de uma linda sereia, que os iludia e enfeitiçava com seu canto até que se perdessem no mar. De lá, ela os recolhia, levando-os para seu frio e escuro reino no fundo do mar.

Ritual anual de Gelede, na Nigéria, para afastar os espíritos malignos com o uso de máscaras grotescas, tambores, chicotes e espanadores de palha com guizos.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

29 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Hathor por Thalia Took
Aniversário de Hathor, a deusa egípcia do céu e do mundo subterrâneo, mãe e filha do Sol. 
Reverenciada ao longo de três milênios, Hathor foi representada com vários nomes e apresentações. Fosse como leoa ou vaca alada, mulher ou árvore, ela sempre simbolizava a complexidade do potencial feminino e patrocinava os prazeres da vida: musica, dança, artes, cosméticos e amor. Suas festas incluíam rituais sexuais celebrando o amor e o prazer. Este dia marca o inicio do Ano Novo egípcio.

Celebração da deusa do mar Ahes ou Dahut, na Bretanha, cristianizada como Santa Anna. Os marinheiros e pescadores temiam suas aparições, na forma de uma linda sereia, que os iludia e enfeitiçava com seu canto até que se perdessem no mar. De lá, ela os recolhia, levando-os para seu frio e escuro reino no fundo do mar.

Ritual anual de Gelede, na Nigéria, para afastar os espíritos malignos com o uso de mascaras grotescas, tambores, chicotes e espanadores de palha com guizos.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/


28 de ago de 2016

28 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Freyja - arte de Hrana Janto
Festival nórdico da colheita, celebrando os deuses da fertilidade Frey e Freyja, filhos de Nerthus, a deusa da Terra.

Freyja era a deusa do amor sexual e da magia, enquanto Frey era o deus da alegria, da paz e da fertilidade. 

Juntos, eram chamados de "O Senhor e A Senhora", representando o casamento sagrado, ritual encenado pela união do rei a uma sacerdotisa. 

Por meio deste rito sexual, promovia-se a fertilização da terra: o rei era o representante humano do deus Frey e a sacerdotisa, a representante da deusa Freyja.

Neste dia, procure reforçar seu "casamento interior", fortalecendo e alinhando suas polaridades para poder atrair ou manter seu parceiro no mundo real.

Raksha Bandhan, o festival dos irmãos na Índia. 
As irmãs amarram pulseiras trançadas - chamadas "rakhis" - no pulso dos irmãos em troca do comprometimento deles de cuidarem delas. 

As famílias se reúnem nos altares domésticos para a cerimônia de Puja, reverenciando a deusa Lakshmi e o deus Ganesha, abençoando-se mutuamente com as "tilak", marcas sagradas feitas com açafrão. Depois, todos festejam com doces de arroz e leite de côco ("laddu").

Celebração da deusa celta da vitória Andraste ''A Invencível", invocada pelos exércitos bretões antes das lutas. Ela era venerada por Boudicca, a famosa rainha celta, destemida guerreira que sacrificava animais para a Deusa antes de iniciar suas campanhas anti-romanas.

Aniversário das deusas Athena, na Grécia e Nephtys, no Egito.
Athena - arte de Hrana Janto
*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

28 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Freyja por Thalia Took
Festival nórdico da colheita, celebrando os deuses da fertilidade Frey e Freyja, filhos de Nerthus, a deusa da Terra.

Freyja era a deusa do amor sexual e da magia, enquanto Frey era o deus da alegria, da paz e da fertilidade. Juntos, eram chamados de "O Senhor e A Senhora", representando o casamento sagrado, ritual encenado pela união do rei a uma sacerdotisa. Por meio deste rito sexual, promovia-se a fertilização da terra: o rei era o representante humano do deus Frey e a sacerdotisa, a representante da deusa Freyja.

Ritual do Dia:
Neste dia, procure reforçar seu "casamento interior", fortalecendo e alinhando suas polaridades para poder atrair ou manter seu parceiro no mundo real.

Raksha Bandhan, o festival dos irmãos da Índia. As irmãs amarram pulseiras trançadas - chamadas "rakhis" - no pulso dos irmãos em troca do comprometimento deles de cuidarem delas. As famílias se reúnem nos altares domésticos para a cerimonia de Puja, reverenciando a deusa Lakshmi e o deus Ganesha, abençoando-se mutuamente com as "tilak", marcas sagradas feitas com açafrão. Depois. todos festejam com doces de arroz e leite de coco ("laddu").

Celebração da deusa celta da vitoria Andraste, "A Invencível", invocada pelos exércitos bretões antes das lutas. Ela era venerada por Boudicca, a famosa rainha celta, destemida guerreira que sacrificava animais para a Deusa antes de iniciar suas campanhas anti-romanas.

Aniversário das deusas Athena, na Grécia Nephtys, no Egito.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

27 de ago de 2016

DOCUMENTÁRIOS - Fim do Silêncio

Este é um documentário de Thereza Jessouroum (roteiro, produção e direção) produzido pela Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ (fiocruz.br/fiocruzvideo ).
O aborto inseguro é, nos tempos atuais, um dos graves problemas para a saúde pública em nosso país, levando milhares de mulheres a vivenciarem situações de risco, ao sofrimento de sequelas físicas e psicológicas e à morte.
O documentário FIM DO SILÊNCIO traz, pela primeira vez, o depoimento dramático de algumas dessas mulheres, que falam abertamente, sem esconder rosto nem identidade, como e porque fizeram aborto.
Este filme é de 2008 e tem 52 minutos de duração.
Recomendamos que seja utilizado em cursos e em programas de informações e formação. Para estímulo ao debate e aprofundamento do tema.
O FIOCRUZ Vídeo, mantido pela Fundação Oswaldo Cruz/Ministério da Saúde, visa estimular a difusão da produção audiovisual sobre saúde.
FIM DO SILÊNCIO - um filme sobre o aborto inseguro from Universidade Livre Feminista on Vimeo.

27 DE AGOSTO - Celebração do Dia

No Egito, celebração de Bast, a deusa solar com cabeça de gato, regente da música, dança e alegria.


Embora normalmente associada aos poderes criativos do Sol, Bast também era associada à Lua. Seu aspecto escuro, como Pasht, "A Rasgadora", era ligado à lua nova e representava a retribuição e a vingança contra todos aqueles que matavam seus animais sagrados, os gatos. O templo de Bast, em Bubastis, mantinha gatos especialmente consagrados, embalsamados após sua morte.

Bast era representada com cabeça de gato, carregando uma cesta e um sistro (instrumento musical). Era uma deusa do fogo, da fertilidade, da alegria, do prazer, da dança, dos ritos sexuais, da cura, da intuição e da proteção.


Ritual do Dia:
Para homenageá-la, coloque uma estatueta de gato ou outro felino em seu altar. Invoque-a para saber como desfrutar melhor de sua vida sexual, ter mais prazer e alegria, amar e ser amada e obter sua proteção para si e para seus animais de estimação. Toque um sino e acenda uma vela verde, visualizando na chama os olhos verdes da deusa.

Em Roma, celebra-se Consus, o deus protetor dos cereais. Neste dia, concedia-se repouso aos animais de carga, aumentando-se sua ração.

Na Índia, comemora-se a deusa Devaki, a mãe da sabedoria e o deus Krishna, seu filho.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/


26 de ago de 2016

26 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Festival de Ilmatar ou Luonatar, a deusa finlandesa da água, grande mãe criadora que organizou o caos e criou a Terra.

Filha virgem do ar e da natureza, Ilmatar possuía imensos poderes criativos, sendo também conhecida como a Mãe dos Céus e a Mãe d'Água. Segundo a lenda, ela engravidou com o sopro do vento, mas custou a dar à luz porque não existia a Terra. Com seu poder mágico ela criou, com cascas de ovos, o Sol, a Lua, a Terra e as nuvens. Seu filho Vainamoineim foi um grande feiticeiro e mago, inventor da citara.

Fim da peregrinação ao Monte Fuji, no Japão, homenageando Kamui Fuchi, a ancestral suprema, deusa do fogo e da lareira e protetora das mulheres.

Ritual do Dia:
Quando precisar da ajuda da deusa Ilmatar para conceber uma criança ou melhorar sua criatividade, crie um altar com ovos e flores. Acenda uma vela vermelha e queime incenso de rosas ou uma vela amarela e incenso de canela. Projete-se mentalmente para um lago tranqüilo, navegando ao lado da deusa. Faça seu pedido e ouça sua orientação, agradecendo-lhe sua sabedoria e seu amor.

Celebração hindu do renascimento periódico do deus Krishna.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/


25 de ago de 2016

25 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Dia de Canadanaigua, o festival das luzes na tradição nativa norte-americana. Costumava ser celebrado apenas por moças virgens em agradecimento pela colheita. Honrava-se a deusa Hatai Wuhti AwitelinTsita, a mãe criadora da vegetação e do homem, gerado - segundo a lenda - pelo toque dos raios solares em seu ventre virgem. Também chamada de "Vaso Quádruplo", ela criou as montanhas, as nuvens e a chuva. Dessa maneira, Hatai Wuhti, juntamente com o Pai Céu, seu consorte, garantiu a sobrevivência de seus filhos. Considerada uma deusa da Terra, Hatai Wuhti, às vezes, se apresentava como uma enorme aranha vermelha.
Deusa Ops 

No sul da Índia, cultua-se Hathay, a deusa anciã, uma das encarnações de Parvati.

Em Roma, celebração de Opseconsiva, o festival da colheita dedicado à deusa Ops. Ela representava a fartura e a opulência, palavra que se originou de seu nome. Ops era uma deusa pré-helênica muito antiga, equiparada, posteriormente, a Rhea, a deusa grega da terra, honrada com oferendas de flores, vegetais, cereais e frutas. Seus seguidores sentavam-se sempre no chão, honrando, assim, a terra.

Ritual do Dia:

Conecte-se à energia da terra, caminhando descalça, abraçando uma árvore, honrando seus irmãos de criação ou ofertando algum produto da terra às deusas Ops e Hatai Wuhti.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/


24 de ago de 2016

Signo de Virgem (24/8 - 23/9)


Virgem // Virgo ♍ 

Face Positiva: É analítico, meticuloso e extremamente capaz nos assuntos que exigem detalhamento e espírito crítico. A eficiência é sua meta. Não mede esforços para se tornar uma pessoa prática e organizada. É prestativo e solidário. Por isso, é também muito solicitado. Adapta-se à rotina.

Face Negativa: Tem obsessão em achar algo errado e depois dar a solução. Muitas vezes exagera nas críticas e na implicância em relação a objetos e pessoas. Dificilmente faz elogios. Irrita-se facilmente por pouca coisa. Seu esnobismo pode aborrecer os que o cercam.


FONTE: Eu sei que sou mortal e a criatura de um só dia; mas, quando perscruto o conjunto dos círculos giratórios das estrelas,...

24 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Mari Goddess of the
Flowing waters by Ti Campbell-Allen
Em Roma, abertura dos labirintos dos templos de Deméter, o "Mundo Cereris".

Mania, cerimonia romana louvando os Manes, espíritos divinizados dos ancestrais.

Na Irlanda, Dia das Marés, celebrando Mari, a deusa do mar. Ela aparecia aos pescadores como uma linda mulher, de longos cabelos pretos, vestida de azul e enfeitada com perolas e conchas, similar à apresentação de Yemanjá, a Mãe d'Água da mitologia ioruba.

Na EscandináviaMari Ama era a deusa do mar e senhora da morte. Ela aparecia como uma mulher com quatro braços, segurando uma caveira, um tridente, uma corda e um tambor.

Ritual do Dia:

Percorra, física ou mentalmente, um labirinto. Busque a solução certa par algum problema ou impasse em sua vida. Ela pode ser revelada na forma de uma "saída" inesperada. Depois, conecte-se a Mari ou Yemanjá, ouvindo alguma musica com sons de água. Visualize-se recebendo sua purificação, cura e harmonização emocional pelo contato com a energia dessas deusas, que veio até você pelo som da água ou das ondas do mar.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

23 de ago de 2016

23 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Nemésia, celebração grega de Nêmesis, a deusa defensora das relíquias e das memórias dos mortos, guardiã da vingança justa.

Na mitologia mais recente, Nêmesis 
aparece como uma figura monstruosa, furiosa e sedenta por vingança. Nos tempos mais antigos, porém, ela era representada como uma mulher alva e alada que punia todos aqueles que transgrediam as regras morais e sociais impostas por Themis, a deusa da justiça. Ao contrário das Eríneas, o poder de Nêmesis não era de retaliação, mas sim de restabelecimento da ordem justa, tirando a felicidade ou a riqueza excessiva dadas por sua irmã Tyche.

Em seu aspecto de Adrastéia, a inevitável, Nêmesis era representada com uma guirlanda na cabeça, uma maçã na mão esquerda e um jarro na mão direita. Era a deusa da fúria divina, que castigava os mortais transgressores das leis divinas, humanas e dos tabus. Como uma força rápida e implacável, ela simboliza a aceitação daquilo que deve ser. Ela pode solucionar ou remover problemas interpessoais, desde que não tenham sido criados por nós.


Ritual do Dia:
Invoque-a em seu auxilio somente se você aceita sua responsabilidade. Acenda uma vela preta, ofereça-lhe uma maçã e peça-lhe que desembarace os nós de sua vida, fazendo justiça.

Vertumnália, celebração do deus romano Vertumnus, regente da transformação das flores em frutos e da mudança das estações.

Volcanália, festival romano celebrando o deus do fogo Vulcano e as deusas Juturna, a senhora das fontes e Stata Mater, a guardiã que controlava os fogos. As deusas eram invocadas para evitar os incêndios e a exacerbação dos ânimos provocados pela energia ígnea de Vulcano.

Na época de seca e de aumento dos incêndios, invoque a proteção dessas deusas, salpicando água com um pouco de álcool ao redor de sua casa ou propriedade, no sentido horário, visualizando uma cerca fluídica de proteção.

*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

22 de ago de 2016

22 DE AGOSTO - Celebração do Dia

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Dia dedicado à Nu Kwa, a Criadora, a deusa chinesa com corpo de serpente. Segundo a lenda, Nu Kwa modelou os primeiros seres humanos. Entediada com essa tarefa, ela embebeu uma corda com argila úmida e sacudiu-a sobre o chão. Nasceram, assim, duas classes de seres: os nobres, que foram modelados e os camponeses, das gotas. 

Fundindo várias pedras multicoloridas, Nu Kwa consertou a abóbada celeste, danificada por um grupo de homens rebeldes. Acabadas todas essas tarefas, Nu Kwa refugiou-se no céu; de lá, observa e controla as ações dos homens, inspirando as mulheres em suas atividades com argila.

Ritual do Dia:
Modele, você também, uma figura ou simbolo sagrado com argila. Unte-o com a essência de seu signo e coloque-o em seu altar, oferecendo-o às deusas criadoras.

Celebração de Qetesh, a deusa egípcia da Lua, do amor e da sexualidade. Seu nome antigo era Qadesh, um dos títulos de Ishtar em seu aspecto de senhora do prazer. Qetesh costumava ser representada nua, cavalgando um leão e segurando serpentes e flores de lótus em suas mãos. Ela era reverenciada como a expressão divina da sexualidade.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

21 de ago de 2016

21 DE AGOSTO - Celebração do Dia

Ceres por Thalia Took
Consuália, a Festa da Colheita em Roma, dedicada às deusas Abundita, Ceres, 
Deméter, Gaia, Rhea, Ops e Tellus Mater

Na cultura asteca, Chicomecoatl era a deusa da colheita; na celta, era Habondia
na eslavaMati Syra Zemlja
na mexicanaMayahuel
na sumeriana, Manu
na africanaMawu
na peruanaMama Allpa
na européia, Perchta
na incaPachamamma Mama Allpa; 
na japonesaUke-Mochie na germânicaZisa.

Ritual do Dia:
Avalie sua "colheita" destes últimos oito meses. O que você plantou, o que colheu; quais suas expectativas, quais suas frustrações. Medite sobre os meios necessários para erradicar as ervas daninhas e fortalecer as frágeis mudas de sua esperança, sempre celebrando os frutos maduros já colhidos e agradecendo às deusas da Terra por eles.

Heráclia, celebração grega em homenagem ao herói Hércules.


*informações extraídas do livro “O Anuário da Grande Mãe”, de Mirella Faur.  http://www.teiadethea.org/

20 de ago de 2016

FILMES - Cinderela

A história segue a vida da jovem Ella (Lily James), cujo pai comerciante casa novamente depois que fica viúvo de sua mãe. Ansiosa para apoiar o adorado pai, Ella recebe bem a madrasta (Cate Blanchett) e suas filhas, Anastasia (Holliday Grainger) e Drisella (Sophie McShera), na casa da família. Mas quando o pai de Ella falece inesperadamente, ela se vê à mercê de uma nova família cruel e invejosa. Relegada à posição de empregada da família, a jovem sempre coberta de cinzas, que passou a ser chamada de Cinderela, bem que poderia ter começado a perder a esperança. Mas, apesar da crueldade a que fora submetida, Ella está determinada a honrar as palavras de sua falecida mãe: tenha coragem e seja feliz.


DOCUMENTÁRIOS - Noivas do Cordeiro

O documentário "Noivas do Cordeiro", de Alfredo Alves. 

O filme conta a história da localidade Noiva do Cordeiro, no município de Belo Vale, a cem quilômetros de Belo Horizonte, que é aparentemente uma comunidade rural como tantas outras. No entanto, carrega características que a faz diferente, já que as mulheres são maioria absoluta e sofrem de forte preconceito e isolamento. Tudo graças a um evento que mudou a 'fama' das mulheres, vistas como prostitutas, perdidas. Os boatos afetaram ma vida na comunidade.

Há alguns anos, as mulheres resolveram mudar essa realidade. Para correr atrás de recursos e lutar por seus direitos, fundaram uma associação comunitária. Com isso, conseguiram criar uma escola de informática, a primeira da zona rural de Minas Gerais. Essa conquista fez com que, aos poucos, começassem a ser respeitadas pelas comunidades vizinhas. 

Produção: Canal GNT



Com narração em primeira pessoa da escritora Lya Luft, o documentário volta à origem do povoado. Tudo começou no fim do século 19, quando Maria Senhorinha de Lima, natural do povoado próximo de Roças Novas, se casou com um descendente de franceses, Arthur Pierre. Três meses depois, sentindo-se infeliz, ela abandonou o lar e foi morar com Chico Fernandes, no local onde acabou sendo criada a comunidade. O seu ato deixou a população escandalizada, já que as mulheres não tinham o direito de abrir mão de um casamento em nome do amor. Começou aí a história de preconceito e isolamento.


A Igreja Católica rapidamente se colocou contra o casal, que foi excomungado e difamado. Mesmo assim, o casal seguiu sua vida, teve filhos, que tiveram outros filhos, e a comunidade cresceu. Por volta dos anos 40, o pastor Anísio Pereira se mudou para o povoado ao se apaixonar por uma jovem local. Ele fundou a Igreja Evangélica Noiva de Cordeiro, que passou a ser o nome do lugar. Os preceitos dessa Igreja eram muito restritos: as mulheres não podiam usar maquiagem, não podiam fazer controle de natalidade e os dias de jejum obrigatório prejudicavam o trabalho. Por conta do rompimento com a fé católica, o preconceito dos povoados vizinhos cresceu ainda mais.

As mulheres da comunidade começaram a perceber que a igreja não trazia tantos benefícios e que, pelo contrário, dificultava a vida e o sustento. Aos poucos, foram se desligando, até colocar um fim na igreja local. A partir daí, passaram a viver uma vida sem religião – mas com muita fé em Deus -, sem dogmas e sem formalidades.

A rotina de Noiva do Cordeiro dificultou a integração com as populações vizinhas. As mulheres eram vistas como prostitutas, perdidas, e esses boatos afetaram muitos relacionamentos da comunidade.

Há alguns anos, as mulheres resolveram mudar essa realidade. Para correr atrás de recursos e lutar por seus direitos, fundaram uma associação comunitária. Com isso, conseguiram criar uma escola de informática, a primeira da zona rural de Minas Gerais. Essa conquista fez com que, aos poucos, começassem a ser respeitadas pelas comunidades vizinhas. Uma fábrica de tecidos também foi montada e aumentou a renda local.

Atualmente, o modo de vida dos moradores de Noiva de Cordeiro é admirado e respeitado. Na comunidade, nada é de ninguém, tudo é de todos. Todos trabalham, todos comem o que plantam, e todos usufruem dos benefícios alcançados.


DOCUMENTÁRIOS - Noivas do Cordeiro

O documentário "Noivas do Cordeiro", de Alfredo Alves. 

O filme conta a história da localidade Noiva do Cordeiro, no município de Belo Vale, a cem quilômetros de Belo Horizonte, que é aparentemente uma comunidade rural como tantas outras. No entanto, carrega características que a faz diferente, já que as mulheres são maioria absoluta e sofrem de forte preconceito e isolamento. Tudo graças a um evento que mudou a 'fama' das mulheres, vistas como prostitutas, perdidas. Os boatos afetaram ma vida na comunidade.

Há alguns anos, as mulheres resolveram mudar essa realidade. Para correr atrás de recursos e lutar por seus direitos, fundaram uma associação comunitária. Com isso, conseguiram criar uma escola de informática, a primeira da zona rural de Minas Gerais. Essa conquista fez com que, aos poucos, começassem a ser respeitadas pelas comunidades vizinhas. 

Produção: Canal GNT



Com narração em primeira pessoa da escritora Lya Luft, o documentário volta à origem do povoado. Tudo começou no fim do século 19, quando Maria Senhorinha de Lima, natural do povoado próximo de Roças Novas, se casou com um descendente de franceses, Arthur Pierre. Três meses depois, sentindo-se infeliz, ela abandonou o lar e foi morar com Chico Fernandes, no local onde acabou sendo criada a comunidade. O seu ato deixou a população escandalizada, já que as mulheres não tinham o direito de abrir mão de um casamento em nome do amor. Começou aí a história de preconceito e isolamento.

A Igreja Católica rapidamente se colocou contra o casal, que foi excomungado e difamado. Mesmo assim, o casal seguiu sua vida, teve filhos, que tiveram outros filhos, e a comunidade cresceu. Por volta dos anos 40, o pastor Anísio Pereira se mudou para o povoado ao se apaixonar por uma jovem local. Ele fundou a Igreja Evangélica Noiva de Cordeiro, que passou a ser o nome do lugar. Os preceitos dessa Igreja eram muito restritos: as mulheres não podiam usar maquiagem, não podiam fazer controle de natalidade e os dias de jejum obrigatório prejudicavam o trabalho. Por conta do rompimento com a fé católica, o preconceito dos povoados vizinhos cresceu ainda mais.

As mulheres da comunidade começaram a perceber que a igreja não trazia tantos benefícios e que, pelo contrário, dificultava a vida e o sustento. Aos poucos, foram se desligando, até colocar um fim na igreja local. A partir daí, passaram a viver uma vida sem religião – mas com muita fé em Deus -, sem dogmas e sem formalidades.

A rotina de Noiva do Cordeiro dificultou a integração com as populações vizinhas. As mulheres eram vistas como prostitutas, perdidas, e esses boatos afetaram muitos relacionamentos da comunidade.

Há alguns anos, as mulheres resolveram mudar essa realidade. Para correr atrás de recursos e lutar por seus direitos, fundaram uma associação comunitária. Com isso, conseguiram criar uma escola de informática, a primeira da zona rural de Minas Gerais. Essa conquista fez com que, aos poucos, começassem a ser respeitadas pelas comunidades vizinhas. Uma fábrica de tecidos também foi montada e aumentou a renda local.

Atualmente, o modo de vida dos moradores de Noiva de Cordeiro é admirado e respeitado. Na comunidade, nada é de ninguém, tudo é de todos. Todos trabalham, todos comem o que plantam, e todos usufruem dos benefícios alcançados.


FILMES - A Garota Dinamarquesa

The Danish Girl é baseado no livro homônimo de David Ebershoff e mostrará a história de amor real entre as pintoras dinamarquesas Lili Elbe (Eddie Redmayne) e Gerda Gottlieb (Alicia Vikander). Obrigada a viver como Einar Wegener desde o nascimento, em 1930, Lili foi uma das primeiras mulheres a passar por uma cirurgia de transgenitalização.

Assista pelo Site - Cinema Interativo: