16 de ago de 2017

A Lenda das Treze Matriarcas

Ao longo dos tempos, entre os Kiowas, Cherokee, Iroquois, Seneca e em várias outras tribos nativas norte-americanas, as anciãs contavam e ensinavam, nos “Conselhos de Mulheres” e nas “Tendas Lunares”, as tradições herdadas de suas antepassadas. Dentre várias dessas lendas e histórias, sobressai a lendas das “Treze Mães das Tribos Originais”, representando os princípios da energia feminina manifestados nos aspectos da Mãe Terra e da Vovó Lua.

Neste momento de profundas transformações humanas e planetárias, é importante que todas as mulheres conheçam este antigo legado para poderem se curar antes de tentarem curar e nutrir os outros. Dessa forma, as feridas da alma feminina não mais se manifestarão em atitudes hostis, separativistas, manipuladoras ou competitivas. Alcançando uma postura de equilíbrio, as mulheres poderão expressar as verdades milenares que representam, em vez de imitarem os modelos masculinos de agressão, competição, conquista ou domínio, mostrando assim, ao mundo um exemplo de força equilibrada, se empenhando na construção de uma sociedade de parceria.

Como regente das treze lunações, as Trezes Matriarcas protegem a Mãe Terra e todos os seres vivos, seus atributos individuais sendo as dádivas trazidas por elas à Terra. O símbolo da Mãe Terra é a Tartaruga e seu casco, formando os treze segmentos, simboliza o calendário lunar.

Conta a lenda que, no início da vida no nosso planeta, havia abundância de alimentos e igualdade entre os sexos e as raças. Mas, aos poucos, a ganância pelo ouro levou à competição e à agressão; a violência resultante desviou a Terra de sua órbita, levando-a a cataclismos e mudanças climáticas. Em consequência, para que houvesse a purificação necessária do planeta, esse primeiro mundo foi destruído pelo fogo.

Assim, com o intuito de ajudar em um novo início e restabelecer o equilíbrio perdido, a Mãe Cósmica, manifestada na Mãe Terra e na Vovó Lua, deu a humanidade um legado de amor, perdão e compaixão, resguardado no coração das mulheres. Para isso, treze partes do Todo foram manifestados no mundo material como as Trezes Matriarcas, representando as treze lunações de um ciclo solar e atributos de força, beleza, poder e mistério do Sagrado Feminino. Cada um por si só e todas em conjunto, começaram a agir para desenvolver às mulheres a força do amor e o bálsamo do perdão e da compaixão que iriam se manifestar em um novo mundo de paz e iluminação, quando os filhos da Terra teriam aprendido todas as lições e alcançado a sabedoria.

Cada Matriarca detinha no seu coração o conhecimento e a visão e no seu ventre a capacidade de gerar sonhos. Na Terra, elas formaram um conselho chamado “A Casa da Tartaruga” e, quando voltaram para o interior da Terra, deixaram em seu lugar treze crânios de cristal, contendo toda a sabedoria por elas alcançada.

Por meio dos laços de sangue dos ciclos lunares, as Matriarcas criaram uma Irmandade que une todas as mulheres e visa a cura da Terra, começando com a cura das pessoas. Cada uma das Matriarcas detém uma parte da verdade representada, simbolicamente, em cada uma das treze lunações. Conhecendo essas verdades milenares e a sabedoria dos ancestrais, as mulheres atuais podem recuperar sua força interior, desenvolver seus dons, realizar seus sonhos, compartilhar sua sabedoria e trabalhar em conjunto para curar e beneficiar a humanidade e a Mãe Terra.

Somente curando a si mesmas é que as mulheres poderão curar os outros e educar melhor as futuras gerações, corrigindo, assim, os padrões familiares corrompidos. Apenas honrando seus corpos, suas mentes e suas necessidades emocionais, as mulheres terão condições de realizar os sonhos.

Falando suas verdades e agindo com amor, as mulheres atuais poderão contribuir e recriar a paz e o respeito entre todos os seres, restabelecendo, assim, a harmonia e a igualdade originais, bem como o equilíbrio da Terra.


Mirella Faur (Líder espiritual do movimento conhecido como o Ressurgimento do Sagrado Feminino, o retorno da Deusa).

Extraído do livro “O Anuário da Grande Mãe” de Mirella Faur, lançado pela Editora Gaia.

15 de ago de 2017

DOCUMENTÁRIO - NFBC - Women in Cinema (vários)

Documentários em inglês, sem legenda:
Women in Cinema (vários filmes)
https://www.nfb.ca/channels/international_womens_day_site/


  • The Housewife
    The Housewife
    1975 | 6 min
  • Under Wraps
    Under Wraps
    1998 | 55 min
  • Rock the Box
    Rock the Box
    2015 | 10 min
  • Chi
    Chi
    2013 | 59 min
  • Absences
    Absences
    2013 | 1 h 14 min
  • Who Cares
    Who Cares
    2012 | 1 h 19 min
  • Bone Wind Fire
    Bone Wind Fire
    2011 | 30 min
  • Heartbeats
    Heartbeats
    1992 | 20 min
  • Shooting Stars
    Shooting Stars
    1987 | 49 min
  • Why Women Run
    Why Women Run
    1999 | 46 min
  • Goddess Remembered
    Goddess Remembered
    1989 | 54 min
  • Women on Patrol
    Women on Patrol
    2004 | 54 min
  • Me and the Mosque
    Me and the Mosque
    2005 | 52 min
  • Flamenco at 5:15
    Flamenco at 5:15
    1983 | 29 min
  • Augusta
    Augusta
    1976 | 16 min
  • Baseball Girls
    Baseball Girls
    1995 | 1 h 20 min
  • A Sunday at 105
    A Sunday at 105
    2007 | 13 min
  • The Burning Times
    The Burning Times
    1990 | 56 min
  • Mabel's Saga
    Mabel's Saga
    2004 | 15 min
  • The Company of Strangers
    The Company of Strangers
    1990 | 1 h 41 min
  • Finding Dawn
    Finding Dawn
    2006 | 1 h 13 min
  • Toward Intimacy
    Toward Intimacy
    1992 | 1 h 1 min